Feugiat nulla facilisis at vero eros et curt accumsan et iusto odio dignissim qui blandit praesent luptatum zzril.
+ (123) 1800-453-1546

Related Posts

(11) 2963-1999 / (11) 2963-9011 (11) 9 4772 4980 - WhatsApp
Seg à Sex: 9:00h - 19:00h Sábado: 9:00h - 13:00h

Dicas de Saúde

Veja algumas dicas que separamos para você.

Você se preocupa com sua saúde ?

A Centerpharm criou este canal especialmente pensando em seus clientes amigos!

Segue alguns artigos de grande importância para sua saúde. São dicas que podem ajudar você a manter, prevenir e cuidar do seu bem estar.

A anemia ferropriva, por falta de ferro, é um dos distúrbios nutricionais que mais têm aumentado no mundo – um dos motivos para isso é o alto consumo de produtos industrializados, pobres em nutrientes.

Porém, por outro lado, alguns setores da indústria têm acrescentado ferro em alguns alimentos, como cereais, leite e iogurtes, por exemplo. No Brasil, onde o índice de anemia é alto, as farinhas devem ter obrigatoriamente ferro, o que consequentemente faz com que pães, bolos, doces também tenham.

Como explicaram a pediatra Ana Escobar e a nutricionista Tânia Rodrigues no Bem Estar desta quarta-feira (23), o ferro é importante para a saúde porque, além de prevenir a anemia, funciona também como um combustível para que a hemoglobina, célula do sangue, transporte o oxigênio para todo o corpo. Para as crianças, a recomendação diária é de 1 mg a 2 mg por quilo para crianças com até 10 kg; já os homens devem ingerir 10 mg de ferro por dia; para as mulheres, essa necessidade sobe para 15 mg, principalmente após a menstruação ou em caso de gravidez, quando pode ocorrer perda de ferro pelo sangue.

Entre os tipos de ferro disponíveis para consumo, estão: o ferro 0, metálico das barras de ferro, usado para enriquecer, por exemplo, os cereais matinais. Quando esse ferro entra em orcamento com o estômago, ele se transforma em ferro 2, tipo pronto para formar a hemoglobina.

Esse ferro 2 está presente nas carnes, que são as principais fontes e que têm a melhor e mais direta absorção do mineral pelo organismo, como explicou o químico Luís Fernando Pereira. Já o ferro 3 está dentro dos vegetais e, nesse caso, para se transformar em ferro 2 e ser melhor absorvido pelo organismo, precisa de vitamina C – por isso, a combinação de feijoada com laranja, por exemplo, é recomendada, como lembrou a nutricionista Tânia Rodrigues.

Algumas pessoas, inclusive, acreditam que cozinhar em uma panela de ferro também ajuda a aumentar o valor nutritivo dos alimentos. De acordo com o químico Luís Fernando Pereira, estudos mostram que o ferro 0 presente na panela pode se transformar em ferro 2 por causa do orcamento com a água quente, mas isso não chega a ser suficiente para combater uma anemia, por exemplo, pode apenas funcionar como um auxílio.

Em caso de anemia, a pediatra Ana Escobar explicou que a pessoa pode ou não ter sintomas. Se tiver, podem ser falta de concentração, perda de memória, dificuldade de aprender coisas novas e baixo rendimento na escola ou no trabalho e também sinais físicos, como moleza, fraqueza, inapetência, distúrbios do paladar, palidez, branco na borda dos olhos, nos lábios, nas palmas das mãos e nos pés.

Antes do quadro de anemia, no entanto, a pessoa pode ter ainda a fase em que o corpo busca reservas de ferro, a chamada ferritina – de acordo com a médica, o organismo possui um estoque que é usado quando há pouca ingestão ou baixa absorção do mineral. Quando esse estoque acaba e a anemia é diagnosticada, geralmente o problema é solucionado em 15 ou 30 dias com o uso de remédios e também com mudanças na alimentação.

Fonte: Programa Bem Estar (Rede Globo).

Com a chegada do verão as pessoas ficam mais expostas aos raios ultravioletas em suas atividades corriqueiras e, quando chega o final de semana, usam e abusam do sol para ostentarem um belo bronzeado. Afinal, na nossa cultura, pele bronzeada é sinônimo de beleza e saúde. No entanto, a exposição de forma inadequada ao sol pode trazer inúmeros prejuízos à pele. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a cada ano, 100 mil brasileiros desenvolvem algum tipo de tumor de pele, sendo a exposição excessiva ao sol a sua maior causa.

Com a incidência cada vez mais agressiva dos raios ultravioletas no planeta, as pessoas devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. “Todos tem que se prevenir, mas os grupos de maior risco são os de pele clara, sardas e olhos claros. Além dos que possuem antecedentes familiares com histórico da doença, queimaduras solares, incapacidade para bronzear e pintas” explica a dermatologista Christiana Blattner.

Nessa estação é extremamente importante o uso de chapéu e roupa de algodão que segura 90% das radiações enquanto que os tecidos sintéticos deixam passar 70%. “Também deve ser evitada a exposição solar entre 10h e 16h (horário de verão). É importante ressaltar que as barracas usadas na praia sejam feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta” acrescenta Christiana. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material. Outro objeto que tem uma extrema importância é o uso de óculos de sol. “Eles têm uma função essencial que é a prevenção da catarata, além de o excesso de radiação ser lesivo para a córnea” ressalta.

Para que se possa aproveitar o sol é necessário usar filtro de proteção solar (FPS). O uso deste produto, por mais eficiente, não significa que podemos nos expor ao sol por longo tempo, já que ele apenas diminui os efeitos dos raios solares sobre a pele. “Os efeitos nocivos do sol vão desde vermelhidão, queimaduras de vários níveis, envelhecimento precoce (rugas) até câncer de pele, vale ressaltar a importância da utilização do produto correto para cada tipo de pele” explica a dermatologista. De acordo com ela, o FPS 15 ou 20 pode ser usado no dia a dia, dependendo da resistência de cada pele e o FPS 35 ou mais é ideal para uma exposição mais longa ao sol (praia, piscina, pesca etc). Para o uso de filtros solares, é sugerida a reaplicação a cada duas horas.

Outro cuidado importante que deve ser tomado no verão é com relação às doenças de pele. “A combinação sol, praia, areia ou piscina mais o excesso de suor eleva o risco que pode causar as famosas doenças de pele que aumentam consideravelmente durante o verão” alerta a dermatologista.

Brotoejas, micoses, acnes solares e machas são as mais freqüentes. “As micoses aparecem na pele de diversas maneiras tais como os pés de atleta e frieiras. Vale lembrar que ninguém está livre delas, crianças, jovens, adultos e idosos. Sendo os pés e a virilha os lugares mais comuns em que aparecem”, afirma Christiana Blattner. Mais isso não significa que outras partes do corpo estão livres das terríveis micoses.

Já as brotoejas, aquelas pequenas bolinhas vermelhas na pele também costumam dar o ar da graça nos dias de calor. Segundo a dermatologista, neste caso, elas surgem principalmente em bebês por conta do orcamento da pele com o suor nas “dobrinhas” da pele. As manchas também não fogem desta lista. As sardas brancas são as mais discretas.

Elas chegam devagar e quando menos se espera, elas estão lá fixadas na pele como mini pontinhos Para evitá-las a dica é não esquecer o protetor solar. Ainda no rol das doenças que surgem na estação mais quente do ano está a acne solar que é provocada pela mistura da oleosidade da pele com o uso do filtro solar.

“Não podemos esquecer que o lupus discóide é uma doença grave desencadeada pelo sol e que pode deixar cicatrizes”, ressalta a especialista. Portanto, a orientação de Christiana Blattner é abusar dos protetores solares, além de não esquecer do uso do chapéu e do guarda-sol. “Atualmente já existem tecidos produzidos com filtros e protetores”, ressalta a especialista. Se, mesmo diante de todos os cuidados, a doença de pele insistir em aparecer o ideal é não tomar remédio sem receita médica e procurar um dermatologista. Ele é o profissional mais indicado para tratar o problema.

Câncer de pele

Além de ter os cuidados necessários para evitar as doenças típicas do verão às pessoas precisam criar a consciência de que a exposição excessiva ao sol sem a devida proteção causa o câncer de pele. Segundo estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o que registra maior incidência no Brasil e está diretamente relacionado à exposição ao sol. De acordo com o Instituto o número de casos novos de câncer de pele não melanoma estimados para o Brasil em 2006 é de 55.480 casos em homens e de 61.160 em mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 61 casos novos a cada 100 mil homens e 65 para cada 100 mil mulheres. Já para casos de câncer de pele melanoma, estão previstos 2.710 casos novos em homens e 3.050 casos novos em mulheres.

Câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo da camada afetada, temos os diferentes tipos de câncer. “Os tipos mais freqüentes de câncer de pele são o carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos, e o mais perigoso é o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Ele pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoce” explica o oncologista e radioterapeuta Carlos Roberto Monti, do Radium Instituto de Oncologia de Campinas.

Seu surgimento está diretamente ligado à exposição solar acumulada durante a vida. “A exposição aos raios ultravioletas, mesmo sendo esporádica, é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer. A pele exposta ao sol não se recupera. A solução principalmente para as pessoas de pele clara é evitar o sol e quando houver exposição, usar o protetor solar e reaplicar a cada duas horas. Além disso, é importante o uso de chapéus e camisetas” lembra o radioterapeuta.

O oncologista lembra que ao observar alguma alteração na pele é sempre bom procurar um dermatologista ou até mesmo um oncologista. “Prestar atenção em manchas ou feridas que não cicatrizam, que continuam a crescer apresentando coceira, sangramento ou doem devem ser retiradas cirurgicamente para exame. É importante sempre fazer exames de rotina” alerta Monti.

Nos países ensolarados como o Brasil a incidência deste tipo de câncer é alarmante mas é um câncer mais fácil de ser prevenido e tratado precocemente – bastam disciplina, boné camiseta e protetor solar para prevenir e consultas de rotina para evitar.

Fonte: Mundo Mulher

Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde apontam que 45% das contaminações por doenças transmitidas por alimentos ocorrem dentro das casas dos brasileiros. Esse tipo de doença, responsável por cerca de 670 surtos com 13 mil doentes todo ano, está associada principalmente ao manuseio incorreto e à conservação inadequada de alimentos.

Para evitar que os alimentos sejam contaminados por microrganismos nocivos a saúde dos seres humanos, é preciso que a população tome alguns cuidados que vão desde a compra até o preparo desses alimentos. É o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define como as cinco chaves para uma alimentação segura.

Nesse sentido, um aspecto que não pode ser esquecido é o da limpeza. É preciso lavar as mãos antes de iniciar a preparação dos alimentos e, freqüentemente, durante todo o processo. Os equipamentos, superfícies e utensílios, como facas ou tábuas de corte, também devem estar limpos.

Insetos, pragas e outros animais precisam estar longe do local onde a comida será preparada. Além disso, as bancadas de cozinhas e as tábuas de corte não podem ter rachaduras, trincas e outros defeitos que favoreçam o acúmulo de líquido e sujeiras.

Outra recomendação da OMS é separar os alimentos crus dos cozidos para evitar a contaminação cruzada. Isso porque, alimentos crus, especialmente carnes, peixes e seus derivados, podem conter micróbios perigosos que podem ser transferidos para outros alimentos, durante sua preparação ou armazenamento.

A temperatura também é fundamental para evitar a contaminação. Um cozimento adequado, a uma temperatura acima de 70ºC, consegue matar quase todos os micróbios presentes nos alimentos. Para ter certeza do cozimento completo, principalmente em carnes bovinas e de frangos, deve ser verificada a mudança da cor e textura na parte interna do alimento.

É preciso lembrar que em condições ideais, uma única bactéria pode se multiplicar em 130 mil em apenas seis horas. Uma temperatura abaixo dos 5ºC ou acima dos 60ºC retarda essa multiplicação. Por isso, alimentos cozidos não podem ficar por mais de duas horas à temperatura ambiente, os alimentos perecíveis devem ser refrigerados e os cozidos permanecer quentes até o momento de serem servidos.

Por fim, o cidadão deve conhecer a procedência do alimento que consome. Nesse quesito, é fundamental verificar se o supermercado ou estabelecimento comercial apresenta condições adequadas de conservação dos alimentos oferecidos, inclusive com presença de termômetro, em refrigeradores e congeladores, para controle da temperatura.

Critérios como proximidade de casa e preço dos produtos não são suficientes na hora da compra de alimentos. Para garantir uma alimentação mais segura, o consumidor brasileiro precisa agregar, ao seu dia- a- dia, conceitos como limpeza e organização dos ambientes, nos quais compra sua comida.

Maria Cecília Brito é diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária desde 2005. Farmacêutica e bioquímica pela Universidade Federal de Goiás, foi chefe do Laboratório Regional de Análises Clínicas em Ceres (GO) e superintendente de Vigilância Sanitária e Ambiental da Secretaria de Estado de Goiás.
Fonte: ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)

O corpo humano possui um percentual de 60% a 75% de água. Confira as dicas de como esse nutriente pode ser um aliado durante os seus treinos.

É o nutriente mais importante e abundante no corpo humano, pois não estocamos água no nosso organismo, precisando repor diariamente.

Uma pessoa adulta possui no seu corpo um percentual de 60% a 75% de água. A quantidade de água no organismo humano varia em função da idade, do sexo e da quantidade de tecido adiposo que a pessoa possui.

Mulheres têm quantidade menor de água do que os homens por possuírem maior quantidade de tecido adiposo. Com o envelhecimento também diminuímos a quantidade de água corporal.

A água desempenha funções essenciais na nossa vida:

fundamental para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção;
transporte de nutrientes para as células;
regula a temperatura corporal;
desempenha papel importante no sistema circulatório;
O nosso corpo elimina diariamente em condições normais em torno de 2300ml de água.

A melhor forma de repor a quantidade de água perdida pelo organismo é através da ingestão de água pura. Devemos ingerir em torno de 2 a 3 litros de água diariamente, apesar da água também estar presente naturalmente nos alimentos, e aumentar a quantidade em situações especiais como calor e exercício físico intenso.

Antes do treino e a cada 20 minutos ou 3km durante o treino, devemos ingerir 200ml de água. Atenção ao período pós treinamento para a reposição de água durante o dia, principalmente em dias quentes e prática esportiva de alta intensidade. Em atividades acima de 1 hora, muito intensa ou em horário de pico de calor, é necessário acrescentar bebida esportiva isotônica ou carboidrato em gel (tomar com água).

Fatores que aumentam a necessidade de água:

  • Consumo de álcool e cafeína;
  • Ambientes com ar condicionado ou aquecidos;
  • Verão;
  • Uso de diuréticos;
  • Diabetes;
  • Indivíduos muito jovens (crianças) ou muito idosos;
  • Sinais de desidratação : boca seca, lábios rachados, urina escura, e de forma mais severa, letargia e confusão mental.

Fonte: Cristiane Perroni

Em época de jogos olímpicos, com todo o foco da mídia voltado a competições entre atletas de todo o mundo, volta à cena o papel da atividade física na vida de todos nós, independentemente de idade, etnia, profissão, dentre outros. Todo indivíduo deseja ter uma vida longa e com saúde, e isso inclui, preferencialmente, a adoção de uma dieta saudável, a prática regular de atividade física e, assim, a manutenção de peso normal. Nos EUA, a combinação de sedentarismo e dieta inadequada desencadeia agravos que representam a segunda causa prevenível de morte.

Os benefícios da prática de atividade física incluem:

  • Melhora da oxigenação dos tecidos;
  • Melhora do metabolismo do organismo;
  • Aumento da força muscular e do condicionamento físico;
  • Redução do conteúdo de gordura;
  • Melhora da movimentação muscular e articular;
  • Aumento da sensação de bem-estar.

A atividade física pode e deve ser praticada em qualquer idade. Recomenda-se praticar pelo menos 30 minutos de exercício físico moderado todos os dias. No entanto, algumas práticas se associam a riscos, de forma que um profissional de saúde deve ser consultado antes de se iniciar um programa de atividade física regular. Sabe-se que metade das pessoas em atividade física vigorosa desiste do treinamento em um intervalo de um ano. O segredo é praticar exercícios que sejam excitantes, desafiantes e que tragam um grau de satisfação.

Benefícios para o Coração

O sedentarismo é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares. No entanto, a atividade física ajuda a melhorar a saúde cardíaca e pode reverter alguns fatores de risco para esses agravos. Como toda musculatura, o coração se fortalece com a prática de atividade física, de forma que consegue bombear mais sangue para o organismo a cada batimento, alcançando um nível alto de desempenho sem tanto estresse. Nos indivíduos que se exercitam, a freqüência cardíaca de repouso é mais baixa, pois é necessário menor esforço para bombear o sangue.

Qualquer nível de atividade física traz benefício cardiovascular, embora se saiba que quanto mais intensa é a prática maior o benefício. O benefício existe até mesmo para os pacientes com doença cardíaca que, entretanto,necessitam de avaliação cardiológica antes de iniciar o programa.

O exercício físico ajuda a reduzir os níveis de colesterol e triglicérides, diminui a inflamação das artérias, auxilia na perda de peso e a manter os vasos sanguíneos abertos e flexíveis. Em comparação aos indivíduos sedentários, aqueles que se exercitam regularmente apresentam um risco 45% menor de desenvolver aterosclerose coronariana. Além disso, contribui para manter a normalidade do fluxo sanguíneo e da pressão arterial.

Benefícios para os Diabéticos

A prática regular de exercício aeróbico ajuda a reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, que surge em pacientes mais velhos e se deve a uma resistência das células à ação da insulina, que é o hormônio responsável por facilitar a entrada de glicose nas células. Pesquisas mostraram que os adultos que se exercitavam pelo menos duas horas e meia por semana reduziam o risco de diabetes tipo 2 em 58%.

O exercício traz efeitos positivos também para os pacientes já diabéticos, por meio da redução da concentração de glicose no sangue, melhora da sensibilidade à ação da insulina e fortalecimento do coração.

Benefícios para o Sistema Ósteo-Muscular

O exercício físico é essencial para a manutenção de ossos e músculos fortes. A força muscular declina com o avançar da idade, mas trabalhos demonstraram que quando a pessoa se exercita ela fica mais forte e com o peso mais adequado , em comparação aos sedentários. Quando praticado na infância, o esporte ajuda as crianças a reduzirem o risco de dor crônica no futuro, incluindo dores lombares e cervicais.

Osteartrite

Para que se mantenham saudáveis, as articulações precisam ser exercitadas. Longos períodos de inatividade levam a articulação artrítica a se enrijecer e os tecidos próximos a enfraquecerem. Nos pacientes com osteoartrite, a prática de atividade aeróbica de baixo impacto e o treinamento de força são benéficos em termos de redução da dor e melhora do desempenho articular. Além disso, esses pacientes são mais capazes de praticar as atividades do dia-a-dia.

Fraturas e Quedas

A atividade física tem um papel importante no alentecimento da progressão da osteoporose, além de ajudar a reduzir o risco de quedas,por fortalecimento muscular e esquelético-articular, melhora do equilíbrio e, conseqüentemente, de fraturas. Se lembrarmos que a queda é uma importante causa de morte em indivíduos com mais de 65 anos, veremos a importância da atividade física nesses pacientes.

Dor Lombar

Os indivíduos sedentários apresentam risco aumentado de dor lombar, especialmente quando têm que realizar atividades não usuais, como carregar peso e outros trabalhos que exigem força. O sedentarismo leva a alguns fatores que podem favorecer o desenvolvimento de dor lombar:

  • A falta de flexibilidade muscular restringe a mobilidade da coluna lombar;
  • A fraqueza da musculatura abdominal aumenta o estresse na musculatura lombar, levando ao deslocamento dos ossos do quadril;
  • A fraqueza da musculatura lombar aumenta a carga na coluna vertebral e o risco de compressão discal;
  • A obesidade leva à sobrecarga da coluna e aumenta a pressão nas vértebras e nos discos intervertebrais.

A atividade física tem um papel benéfico no alívio da dor lombar crônica, embora não seja recomendado que os pacientes com dor lombar aguda e súbita pratiquem exercício físico. Além do fortalecimento ósteo-muscular, o exercício ajuda a melhorar as atitudes do paciente frente aos seus sintomas

Benefícios para os Pulmões

Os pacientes com doença pulmonar crônica apresentam dificuldade em se exercitar. A dispnéia (falta de ar) é uma limitação importante na maioria dos pacientes, mas somente em um terço dos casos a fadiga é um problema mais grave. Embora a prática de atividade física não leve à melhora da função pulmonar, o treinamento pode ajudar os pacientes a fortalecer a musculatura torácica, melhorando o seu desempenho e reduzindo a dispnéia.

Asma

O exercício físico a longo prazo ajuda a controlar a asma e a reduzir as hospitalizações. Uma pesquisa publicada no ano 2000 mostrou que a atividade física aeróbica melhora a capacidade respiratória e o desempenho em pacientes com asma leve. A natação é particularmente excelente para os pacientes com asma. A ioga também é benéfica, à medida que usa técnicas de relaxamento, alongamento, respiração e expansão torácica, levando à redução do estresse e à abertura das vias aéreas.

Enfisema

A caminhada é o melhor exercício para os pacientes com enfisema. Recomenda-se que os pacientes tentem caminhar três a quatro vezes ao dia, por 5 a15 minutos. Dispositivos que auxiliam na ventilação podem reduzir a dispnéia que ocorre durante o esforço.

O treinamento da musculatura respiratória envolve exercícios e dispositivos que tornam a inspiração mais difícil, com o objetivo de fortalecer os músculos. Os estudos mostraram que esse treinamento melhora a respiração, a capacidade para o esforço e a qualidade de vida. Atividades de treinamento respiratório, como a ioga e o tai chi chuan, também são benéficos.

Perda de Peso

A atividade física ajuda a reduzir o peso corporal, a manter a perda e atua no combate da obesidade. Os pesquisadores mostraram que as mulheres que se exercitam regularmente, sem modificação da dieta, perdem mais peso do que as mulheres menos ativas. Trinta minutos diários de atividade física moderada podem ser adequados para a manutenção da saúde cardiovascular, porém, não ajudam a prevenir o ganho de peso. A recomendação, para atingir esse objetivo, é de praticar 45 a60 minutos de atividade física por dia.

A perda significativa de peso requer a prática de atividade física e a restrição da ingestão calórica. Além disso, se o indivíduo praticar atividade física sem uma dieta adequada, a perda de peso será pequena, pois ocorrerá reposição da gordura por massa muscular. Todavia, o corpo terá um melhor tônus e será mais saudável.

As pessoas que se exercitam são mais aptas a se manter em um plano dietético. A atividade física melhora a sensação de bem-estar e substitui os hábitos sedentários que normalmente contribuem para uma alimentação inadequada. Além disso, o exercício físico pode atuar como um leve supressor de apetite.

Fonte: Portal Boa Saúde

A obesidade é uma síndrome, expressão de múltiplas causas que se manifestam por um excesso de massa corporal, por causa do tecido gorduroso. A obesidade é uma doença na qual as reservas naturais de energia armazenadas no tecido adiposo dos humanos e de outros mamíferos aumentam até o ponto onde está associado com certas condições de saúde ou aumento da mortalidade.

Não é sinônimo de excesso, senão, de um maior depósito de gordura. Quando estudamos o grau de acúmulo de gordura, geralmente em clínica, utilizamos os métodos antropométricos, tais como: tamanho, peso, circunferência do tórax, cintura, quadril, dobra da pele do tríceps, bíceps, subescapular, abdominal, coxa e panturrilha.

O peso e o tamanho se consegue com bastante precisão, já que apresentam um coeficiente de variação de 1%. Determinado o peso e o tamanho, se pode por meio da fóruma de Quetelet determinar o índice de massa corporal = I. M. C. Peso (Kgs) Tamanho 2.

A organização mundial da saúde define a obesidade quando o IMC é igual ou maior a 30 k/m2. Forma parte da síndrome metabólica.

É um fator de risco conhecido para doenças crônicas como: doenças cardíacas, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de câncer. É uma doença multifactorial, genética ambiental, psicológica, entre outros. Acumulação excessiva de gordura no corpo, hipertrofia geral do tecido adiposo.

Segundo a origem da obesidade, a mesma se classifica nos seguintes tipos:

  • Obesidade Exógena: é causada pelo excesso de alimento.
  • Obesidade Endógena: é causada por alterações metabólicas. Dentro das endógenas, se fala de obesidade endócrina quando está provocada por uma disfunção de alguma glândula endócrina, como as tireóides.

Classificação da obesidade baseada no sobrepeso:

  • 10% acima do peso ideal – SOBREPESO
  • 15% acima do peso ideal – OBESIDADE MODERADA
  • 20% acima do peso ideal – OBESIDADE SEVERA

Com estes critérios é possível reconhecer o paciente, porém falta conhecer qual é a distribuição de gordura. Pela medição dos diâmetros é possível aproximar. Porém com diagnósticos e terapêuticos, é muito útil o estudo tomográfico ou a ressonância magnética com a finalidade de conhecer com certeza se existe tecido gorduroso intraviceral e qual a quantidade e sua distribuição.

Tratamento da obesidade

A enquete dietética é indispensável, tem como finalidade apontar o consumo calórico diário (alimentos ingeridos), sensações e emoções durante a ingestão. Dieta personalizada para cada paciente.

Atividade Física

A atividade física aumenta o gasto calórico. A atividade deve ser baseada em exercícios rítmicos e aeróbicos que possam ser mantidos durante períodos prolongados de tempo, como caminhar, nadar, e o melhor com as camas de exercícios físicos que vão indicando o exercício para obter melhor resultado na aparatologia. Outros tratamentos são: correntes russas, correntes interferênciais, ultrasom, termogênesis, etc.

Fonte: Portal Bem de Saúde